Um mês de casados: Parabéns pra nós!!!

Hoje faz 1 mês que eu e patrick nos casamos. E já tem 4 meses que moramos juntos. A gente tá feliz que só!

[olha a gente no dia do casamento]



Passou tão rápido que eu nem senti. Um dia desses estava comemorando a chegada do mês de junho e agora ele se despede de mim, sem dó, me deixando cheia de saudade.
Nesse um mês de casada,tive muitas alegrias. Foi um mês de muita comemoração e lua de mel ( hihihi...).
Tive também medos. Algumas vezes pensei: "Meu Deus, será que eu fiz certo? Será que escolhi direitinho?". Esses questionamentos só vem naquelas horas em que eu vejo o mundo acontecendo lá fora e dá uma vontadezinha de participar dele. Mas ai eu penso na quantidade de coisas que acontecem no mundo aqui dentro, que eu perderia se não tivesse feito as escolha que fiz. E aí me sinto feliz e com aquela sensação de satisfação que enche o peito e faz a gente respirar melhor.

Os amigos perguntam se tá tudo bem, se eu tô gostando da vida de casada, se eu tô tirando de letra. Eu tô adorando gente, mas isso não significa que é fácil.

Sinto uma saudade danada das minhas mães, do papai, das minhas tias, dos meus irmãos, das minhas primas. Saudade de não fazer nada em casa e ficar lendo meus livros trancada no quarto e ouvindo minhas músicas. De chegar em casa e já encontrar o jantar pronto. De atravessar a rua e chegar na casa de Pedrinho pra chamar ele pra sentar na calçada e conversar até o sono não deixar mais.
Mas é tão bom chegar em casa, ouvir o silêncio de lá, ficar horas no banho ouvindo minhas músicas no máximo. E quando Patrick tá junto é ótimo ficar deitada na cama com ele, assitindo TV, ou só batendo papo, rindo das besteiras que ele fala e tentando ser um pouquinho engraçada pra ele também. É ótimo também ouvir os elogios dele quando faço alguma coisa gostosa, ou agradecendo por eu ter cuidado de tudo enquanto ele estava fora.
A gente fica meio bobo, se olhando e olhando pra mão com a aliança como que querendo confirmar se tudo isso é de verdade mesmo, se tá acontecendo mesmo com a gente, se a gente merece tanto.
E eu quero tanta coisa ainda. Quero descobrir o jeito de conseguir e sei que vou chegar lá, só não sei como ainda.

Me sinto tão frágil, tão pequena, tão menina, em alguns momentos. E em outros fico supresa com as coisas que sou capaz de fazer quando é necessário ser a mulher da casa, a dona de mim mesma e da minha vida.

Quanto tempo será que isso dura? Essa inconstância juvenil? Pensei que isso ficasse lá atrás na adolescência.


Que julho traga serenidade, sabedoria e que seja mais um mês de comemoração de casamento. Assim como os próximos meses e anos que virão.

Te amo marido!

Bejocas!!!!

Um sushi para recordar

Quando a gente pensa que já tá velho demais para ainda ter primeira vez em alguma coisa, a vida vem e surpreende.

Mas como eu não estou velha o suficiente e ainda quero ter muitas primeiras vezes, as surpresas (as boas surpresas) são sempre muito bem vindas.

Ontem comi comida japonesa pela primeira vez. Oh yes babies!! E contrariando a expectativa de algumas pessoas (né Marciene?!), eu a-d-o-r-e-i!!!!

Gente que coisa mais gostosinha. Dá pra sentir o sabor de cada ingrediente, a textura macia e o cheiro que é bom também, apesar do peixe cru.

Sabe quando você come uma coisa e faz cosquinha no céu da boca? Hummmmm...aconteceu isso ontem.
Certamente o clima da noite contribuiu pra que eu gostasse tanto. Deixa eu explicar.
Ontem consegui fugir um pouquinho da rotina e sai com três pessoas delícias: a Marciene, a Sandra e a Thiciana. Já conheço essas meninas há tempos, mas por alguma razão só agora nos encontramos de verdade. A Thici conheci ainda no colégio mas não rolava aquela química, também nem dava tempo. Éramos de turmas diferentes, de turnos diferentes. Já a Sandra conheci na universidade e também não rolou nada entre a gente. Éramos de turmas diferentes, fases diferentes. E por fim a Marci que conheci já na vida profissional. Trabalhamos juntas mas não ficamos amigas de cara porque éramos de setores diferente e turnos diferentes.

Enfim, conseguimos entrar em sintonia porque trabalhávamos todas juntas no mesmo local, no mesmo turno e na mesma fase. Porém, só continuamos eu e Sandra. As meninas optaram por outros caminhos, o que de forma alguma nos desviou do carinho que sentimos.

Nunca tinha saido assim com elas, só a gente. Mas ontem, sem planejar nada, saímos as quatro. A festa começou já no carro com direito a música no máximo e nicotina para desestressar.

Chegamos no barzinho japonês e por um tempão ele foi só nosso. E foi perfeito. No meio da gritaria de Thiciana, das tiradas super bem humoradas e picantes de Marciene e das gargalhadas de Sandra, senti que a harmonia daquele momento foi única e muito especial.

E aí meninas, mais uma dose???? "É claro que eu tô a fimmmmmmm...."

Na próxima vamos dançar e dessa vez Dharinha vai junto.

Bejocas e um ótimo fim de semana!!!! Divirtam-se!!!

Quero ir pras bandas de lá...

Ultimamente tenho ouvido bastate o novo cd da cantora Mariana Aydar, o "Peixes, pássaros, pessoas".

O cd é maravilhoso, gosto de todas as músicas. De umas mais que outras, naturalmente. As músicas tem sido a trilha sonora das minhas andanças de ônibus. Como os caminhos são longos aproveito para pensar na minha vida, em como tem sido e principalmente no aspecto profissional, que é a pedra na minha sapatilha.
Esses dias tenho me sentido tão cansada, só de casa para o trabalho, sem tempo de fazer coisas diferentes, de sair da rotina, ir ao cinema, praia, bater perna no shopping, jantar fora. Essas coisas gostosinhas que dão um fôlego para enfrentar a paulera que é viver nesse sistema capitalista selvagem que a gente vive.
Por conta disso, uma música em especial é "a minha música" no momento. Quando ela toca eu tenho vontade de cantar aos berros pra todo mundo saber que é isso que quero. Vejam a letra aqui embaixo:
Eu vou abandonar

Deixo o mundo velho por aqui

Não quero mais viver correndo assim

Sem tempo pra viver

Vi que é melhor calar que falar

Mas é cada uma que eu tenho que escutar

No momento eu não estou

Mas deixe o nome após o sinal

Que eu to pras bandas de lá

Fui viajar pra ver o sol morrendo no mar

Que eu to pras bandas de lá

Fui viajar pra ver o sol morrendo no mar

Não tenho pressa,nem me interessa quanto tempo vou levar

Não vou me permitir

Fingir que tô legal sem tá

Quanto à social

É tanta ambição pra conseguir o que se quer

Perder, ganhar, isso não me vale

Prefiro mil vezes

Ir pras bandas de lá
É isso aí gente. Se eu pudesse e meu dinehiro desse eu ia prás bandas de lá, lá pra perto do mar, ficar deitada de papo pro ar, pegando um fresco ( como a gente diz aqui), só na água de côco e no peixinho fresco ( nham nham nham).

Acho que não tenho férias desde o colégio. Isso dá uns 8 anos.
Por isso eu peço: Papai do céu, manda um pacote turístico pra dois com tudo pago. Qualquer hora dessas Ele me atende.

Bejoca!!!

Volver al inicio Volver arriba A Louca da Casa. Theme ligneous by pure-essence.net. Bloggerized by Chica Blogger.