quinta-feira, 26 de novembro de 2009

E aí, como faz?

quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Às vezes você vai vivendo sua vida, em meio a coisas das quais você gosta muito e de outras que você gostaria de mudar mas não pode, pelo menos não por enquanto. E vai encontrando pessoas.

Com algumas você se liga e essa ligação é real, concreta porém fexível. Dessas eu gosto muito.

Com outras você não se liga jamais, não existe nenhuma conexão e ponto final. Nesses casos não que eu goste mas é mais fácil, porque aí você já sabe que não rola e não precisa se esforçar ou fazer tentativas. Não dá e fim de conversa.

E por fim vem o caso mais difícil. Quando com outras pessoas você tem uma ligação mas parece que sempre falta encaixar alguma coisa, parece que fica um espacinho, uma coisinha de nada mas que quando você menos espera pode virar um coisona e deixar um vácuo, um abismo. Ai você fica confuso, não sabe muito bem como lidar com isso.

Pensa só: se normalmente você acha, jura, que aquela pessoa é sua amiga, querida, que te entende, te aconselha e que gosta de te ajudar porém, do nada, essa pessoa tem uma loucura, um surto, vira uma mostra, te destrada e exige coisas de você que você não está disposto a dar. O que fazer?

Você poderia dizer: "ah manda ela pra puta que pariu!" e eu diria:"mas eu gosto dela, ela é minha amiga, só tá desesperada..."

Pois sim, eu tenho duas pessoas assim na minha vida e não me perguntem por nomes que eu não conto por nada.

Eu fico num mato sem cachorro, sem saber o que fazer e o pior é que sempre que estou quase desistindo delas, acontece alguma coisa e me faz desistir de desistir.
Será meu karma? Não sei.

Só sei que se relacionar com as pessoas é sempre um desafio, as vezes a gente ganha e outras perde.

"Vivendo e aprendendo a jogar/ Nem sempre ganhando, nem sempre perdendo mas aprendedo a jogar" - Francis Hime

Bejocas!

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Ouvindo e cantarolando...

sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Cada dia minha vontade de cantar aumenta. Mas enquanto não sou descoberta por nenhum grande produtor musical e viro uma estrela da MPB, vou ouvindo e catando pela net, com a ajuda de dicas valiosas de amigos, o que tem de bom para ser ouvido na língua "brasileira".

Graças ao Zema Ribeiro conheci essa semana a beleza do canto de Anelis Assumpção. A menina não nega a origem. Filha de Itamar Assumpção ela dá show de sonoridade e ainda compõe letras ótimas de cantar junto. Já consta entre as minhas preferidas.

Outra que tenho ouvido bastante é a Marina De La Riva. Essa veio a mim pela indicação do meu amado Pedrin Canto. Da Marina eu pouco sei, o Zema me contou que ela é resultado de uma mistura bem latina. Filha de brasileira com cubano, a cantora tem suas músicas impregnadas da sensualidade dessas duas culturas com uma voz firme e suave, não só em portugues mas em cubano. Delícia de ouvir. Ela cantando Sonho Meu é show!!

E por fim, nessa lista de intérpretes poderosas, eu acabei caindo nos encantos da Maria Gadu. Digo isso porque resisti. No início fiquei com o pé bem atrás por conta da música "Shimbalaiê" que tá na novela do Manoel Carlos. Acho essa música pobre, chatinha demais da conta. Mas aí resolvi dar uma chace a nós duas, ouvi o cd inteiro e eis que agora ouço praticamente todos os dias. Nesse primeiro trabalho ela canta A História de Lily Brown que eu adoro e só tinha escutado com a Gal. Ficou ótimo! Tem ainda Laranja, Altar Particular e Louge que eu gosto bastante também.

Ficam aí as dicas dessa humilde ouvinte e amante da nossa música.

Um ótimo fim de semana.

Bejocas!!!!

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Hoje é dia de festa da Du!

segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Acabei de conectar na internet e vim, como de costume, ver o que acontecia na blogosfera. Por um momento pensei que hoje era dia de blogagem coletiva e o tema, para minha alegria, era a Duzinha, a moça dos sonhos.

E sabe por que tanta gente amanheceu falando dela hoje? É que hoje, dia 26 de outubro, é aniversário dela. Iupiii!!! É big, é big, é big!!!


Eu já até falei dela aqui uma vez, mas qualquer coisa que se diga dela é pouco para mostrar o quanto ela é querida e especial. Poucas vezes vemos alguém tão dedicado, tão amoroso, tão doce, tão iluminado quanto ela, que com suas palavras sempre nos dias algo que nos faltava perceber.


Parabéns Duzinha!! Muito tudo de maravilhoso nessa vida: saúde, amor, alegria, carinho, afeto, amizade, sonhos, compreensão, tanquilidade, felicidade e tudo mais que você desejar!


Bejoca especial na DU!!

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Mas isso faz muito tempo...

segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Oioi!!!
Tive que me esforçar um pouco para deixar a preguiça de lado e escrever hoje. Eu estava lembrando de quando sempre corria pra cá para escrever. Parece que já faz tanto tempo.
Hoje foi a saudade quem me trouxe aqui.
Acredito que todos sentimos saudade. Saudade de pessoas, de fases da nossa vida, de cheiros, de momentos importantes. Mas tem gente que parece carregar esse sentimento com mais constância e que é capaz de sentir saudade até mesmo daquilo que não viveu.
Foi o que eu senti esse fim de semana. Estou lendo o livro Amor é Prosa Sexo é Poesia do Arnaldo Jabor e o sentimento mais forte que a leitura me trouxe foi...saudade.
O texto do Jabor é muito engraçado, crítico, cortante, afiado. Mas parece que tudo está empreguinado desse sentimento que faz a gente suspirar e pensar: a gente era feliz e não sabia!
Em muitas crônicas o jornalista fala dos tempos em que era criança e a parte que mais gosto é quando ele fala da sua juventude comunista, quando os jovens iam para as ruas, gritar sua revolta, seu descontentamento.
Tenho saudade desse tempo que eu não vivi. Mas saudade só dessa parte, da liberação, da luta, das conquistas.
Muitos sofreram, foram submetidos a verdadeiras atrocidades, tortura, exílio. Dessa parte não tenho saudade não, tenho vergonha.
Nos tempo de hoje ninguém vai pras ruas, brigar, lutar, expor sua revolta. Penso que não por puro conformismo, talvez um pouco sim, nem por medo ou por falta de vontade. Mas por um total descrédito. Vimos tantas coisas acontecendo no país, tanta corrupção, tanta "cafajestice", desvios, roubos e mal exemplos seguidos, que a gente não acredita mais que alguma atitude possa mudar isso.
Naquele tempo lá atrás, o do Jabor jovem, as pessoas acreditavam!!!! Tinham uma coisa chamada fé, artigo raros nos tempos da Dani jovem-adulta.
Hoje é tudo tão relativo, tudo pode, tudo é permitido, ninguém é de ninguém e todo mundo é de todo mundo. Por isso me sinto meio deslocada.
Tenho tão claro na minha cabeça os meus referenciais. De onde sou, do que venho, a quem pertenço. Só não sei para onde vou. Isso Deus é que diz!!
No tempo do Jabor jovem comunista ele teve que amargar tentativas frustradas de levar as namoradinhas pra cama. Ele, como o próprio afirmou, era do tempo que as meninas não davam! Mas isso faz muito tempo...
Uma bejoca nocês!!!
Dani M.
 
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